segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Daelim Aroma 125 -


Uma scooter, de pequenas dimensões que une, ao estilo clássico, tão em voga atualmente, a economia e facilidade de uso nos percursos diários nas grandes urbes.






Especificações Técnicas
Motor - Monocilíndro a 4 tempos, arrefecido a ar.
Cilindrada - 124,6 cc
Arranque - Eléctrico / pedal
Transmissão - Automática (CVT)
Potência - 8,35 cv às 7.600 rpm
Velocidade máx.- 87 km/h
Peso em seco (kg): 106
Pneus
Dianteiro - 110/70-12 
Traseiro - 3.5-10 51J
Travões
Dianteiro - Disco
Traseiro - Tambor
Depósito gasolina - 5,9 Litros
Peso em seco - 106 kg

sábado, 2 de janeiro de 2016

HONDA SH300i – Mobilidade "Premium"


Introdução - Fazendo uma breve retrospetiva, voltando alguns anos atrás, mais concretamente até 1986, quando a Honda chegou a Portugal – até essa altura as motos Honda eram comercializadas no nosso país pela IBA – a SH50 "Scoopy" (a par com a pequena Vision 50), foi uma das "armas de arremesso" usadas pela marca japonesa para defrontar a sua principal rival, a Yamaha, na altura representada em Portugal pela Motopeças. 
Muitas foram as "Scoopy" vendidas em Portugal e a principal razão do seu sucesso tinha a ver a facilidade de condução, capacidade de transportar com algum conforto, condutor e passageiro e até alguma carga pois estava equipada com um sempre útil "porta-couves", ao que acrescentava um económico e super-fiável propulsor de 50 cc a dois tempos e uma qualidade de materiais e construção muito acima daquilo a que os portugueses estavam até aí habituados, muito superior às das "motorizadas made in Portugal tão em voga na altura.

Com o passar dos anos, a "Small Honda" (SH) foi evoluindo, tanto ao nível estético como no que diz respeito aos propulsores que são agora a 4 tempos e com cilindradas que variam entre os 125 e os 300 cc. 
Ao longo de todos estes anos, a Honda SH foi sempre uma das scooters preferidas dos "scootards" europeus, tal como indicam os números: com mais de 1 milhão (!!) de unidades vendidas até aos dias de hoje, sendo líder de mercado em muitos países europeus.


Design & Acabamentos –  Em equipa que vence, mexe-se... pouco! Foi isto que fez a Honda no que diz respeito ao design, mantendo na SH300i, a imagem sóbria e adulta que tanto tem agradado, sem no entanto, deixar que "envelheça" pois, tem sabido ao longo dos anos, manter atualizado o "look" desta scooter. 

E esta nova SH não é exceção, com a adoção, na zona frontal de uma nova "assinatura" luminosa, onde se inclui iluminação totalmente em LED, sinónimo de maior visibilidade e eficácia e menor consumo de energia, logo, menor desgaste para a bateria.

Ao longo do seu "corpo" nota-se que houve um aprimorar de linhas que a torna ainda mais elegante, sem nunca deixar de ser discreta, tal como gostam os muitos milhares e milhares de "scootards", que são fãs desta Honda.
No que diz respeito ao acabamentos desta scooter, digamos que, encontram-se num patamar superior, apenas atingido por alguns modelos de topo da Honda e que custam muitos milhares de europeus! 

Quando visitarem um concessionário Honda ou virem uma SH300i (2016) estacionada algures por aí, percam algum tempo a olhar para ela e apreciem-na. 

Ainda melhor, tentem encontrar alguma falha, algum espaçamento entre plásticos que seja fora do normal, ou que de alguma forma esteja mal montado. Não há!

Simplesmente do melhor que já vi tanto em scooters como também nas muitas motos que já testei! Qualidade "Premium", sem dúvida alguma! 

Ergonomia & Equipamento – Quando nos sentamos nesta scooter, reparamos imediatamente que viajamos numa posição mais elevada do que nas tradicionais "maxiscooters". Se, de alguma forma, pode dificultar um pouco o acesso aos que são mais curtos de perna, por outro lado proporciona um campo de visão mais amplo, proporcionando uma condução mais segura. 


Apesar de não podermos esticar as pernas, como acontece na maioria das "maxiscooters", o condutor tem ao seu dispor uma excelente posição de condução,  devido às dimensões e "fofura" corretas do assento, viajando sentado como se estivesse numa normal cadeira, com as pernas a fazerem um ângulo reto perfeito e o guiador logo ali à mão. 
Também o facto da plataforma onde colocamos os pés ser totalmente plana, facilita imenso a entrada e a saída da scooter.

O passageiro tem ao seu dispor um lugar amplo, com as peseiras bem colocadas, numa posição confortável, conforto esse aumentado pelo encosto da top-case que faz parte do equipamento de série desta scooter.


Quanto ao painel de instrumentos, mantém o desenho já conhecido,  tendo o velocímetro e os indicadores da temperatura e do combustível em "formato" analógico e as restantes informações – conta-km total e dois parciais, relógio, consumo instantâneo e médio, etc. – apresentadas, ao centro. num pequeno "display" digital.

Algo que requer uma pequena habituação, principalmente para quem vem de uma maxiscooter, é o fato da localização do painel de instrumentos estar logo ali "debaixo do queixo" e não ligeiramente mais à frente o que, de alguma forma, obriga o condutor a tirar os olhos da estrada quando o quer consultar. Digamos que é um "mal" de que padecem todas as scooters de "roda alta", mas do qual rapidamente nos esquecemos.

Obrigatoriamente, volto a chamar a atenção para a excelência dos acabamentos desta scooter, nomeadamente em toda a zona que envolve o painel de instrumentos.
Situado no lado esquerdo do "avental" frontal, temos um pequeno compartimento de arrumação e logo ali ao lado, ao centro, temos a sempre útil "mola", que serve para ali prendermos a mochila ou um eventual saco de compras.

O que também mudou para  melhor – mostrando mais uma vez que a Honda está atenta aos pedidos dos seus clientes –, foi o espaço disponível debaixo do assento que agora permite guardar mais "tralha" ou um capacete integral, desde que este não seja tamanho XXXL e/ou não possua apêndices aerodinâmicos salientes. 

Para carregar o seu smartphone, ou tablet, debaixo do assento irá encontrar uma sempre útil tomada USB.



É também debaixo do assento que está o bocal do depósíto com capacidade para nove litros de combustível. 
Pela negativa o facto do assento não possuir um sistema de retenção que o prenda quando se encontra aberto que podia ser algo tão simples como o "simplesmente simples", sistema de retenção usado na PCX.

Também não percebo como é que uma scooter deste gabarito, não possui os "4 piscas" quando, atualmente, qualquer "scooterzeca da treta" possui este sistema integrado no equipamento de origem e que tanta falta faz. 

Voltando a falar de equipamento, deixei para final deste capitulo, "a cereja no topo do bolo", que neste caso tem um nome: "Honda Smart key".


Confesso que foi com alguma (ok, muita!) desconfiança que recebi a "Smart Key" desta scooter das mãos do Carlos Cerqueira da Honda pois, sendo esta a segunda vez que iria conduzir um veículo de duas rodas equipado com o sistema "mãos-livres", ainda tinha na memória aquela que foi a minha "primeira vez", com a nova Yamaha T_Max 530 e do qual, digamos que, não fiquei fã, muito por culpa do tamanho XL da "chave" e da complexidade do manuseamento dos sistema.

No entanto a minha desconfiança, rapidamente se transformou num "obrigado Honda por facilitares a vida à malta!", pois o "Honda Smart Key" é do mais fácil que se pode pedir! Para começar temos a "chave" bem compacta e leve, que cabe em qualquer bolso, mesmo naqueles mais pequeninos dos blusões e deve andar sempre com o condutor o que permite abrir o assento ou ligar a moto assim que nos aproximamos da scooter (2 metros de raio de ação).


Mas ainda não é tudo. Imaginem que vivem numa cidade como Barcelona, Paris, ou Roma e que estacionaram  a vossa scooter num daqueles parques de estacionamento onde também estão dezenas, senão mesmo centenas de motos e scooters, muitas delas Honda SH. E qual delas é a vossa? Como a encontrar? O que fazer? Simples, um toque num botãozito situado na "Honda Smart Key" e eis que a vossa SH300i atrai a vossa atenção com uma piscadela de luzes! Tão simples, mas tão prático e útil, não acham?

Motor & Ciclística – Quando conduzi pela  primeira vez uma "Small Honda 300" – modelo de 2008 –  o que mais me surpreendeu foi a pujança do seu motor o que aconteceu de novo, logo ao percorrer as primeiras centenas de metros com este novo modelo.
Apesar de ter havido uma ligeira diminuição na potência máxima (menos 2 cv) e no binário máximo (menos 0,5 Nm), no modelo de 2016 os valores tanto da potência máxima como do binário máximo são agora alcançados a rotações bastante mais baixas – menos 750 rpm e 1000 rpm, respetivamente. E na prática, isto significa o quê? 


Significa que estamos perante um propulsor que debitando agora 25 cv às 7500 rpm e 25,5  Nm de binário máximo, às 5000 rpm apenas perdeu e muito ligeiramente, a capacidade de levar a SH para lá dos 160 km/h, o que agora não acontece, ficando ali algures entre os 155 e os 160 km/h. 
No entanto, acredito que a SH300i até chegue aos 160 km/h, pois a unidade aqui em teste chegou às nossas mãos praticamente virgem – marcava pouco mais do que 200 km rodados!
E o que ganhou com estas modificações? Ganhou sobretudo uma subida de rotação mais "limpa" e com menores vibrações, sendo mais viva e célere a aumentar de velocidade, despachando rapidamente e quase que até se pode dizer, com requintes de "malvadez", todo o trânsito citadino pois, mesmo nos percursos fora das grandes urbes, mantém um andamento bastante agradável. 

Algo que, quanto a mim deveria ser alterado, é o curso do acelerador, que devia ser um"niquinho" mais curto pois, naquelas alturas em que temos de rodar rapidamente o punho todo, temos de torcer o pulso mais do que é normal.


Também em auto estrada a Honda Sh300i tem um comportamento meritório, pois consegue circular com grande à vontade a 120 km/h, existindo sempre uma boa reserva de potência extra, para efetuar ultrapassagens com toda a segurança.
Quando o ponteiro do velocímetro se aproxima da marca dos 140 km/h, aí sim, começa a ser mais lenta a subida de velocidade.

Consegui com esta scooter, ainda tão pouco rodada, ver o ponteiro ultrapassar ligeiramente os 150 km/h. Mas é como já referi, com a rodagem efetuada, por certo atingirá os 160 km/h. 


Convém referir que não foi para estas velocidades que esta scooter foi idealizada e construída e isso é notório quando falamos em proteção aerodinâmica pois acima dos 120 km/h, começamos a ser "sovados" pelo vento. Mas curiosamente e ao contrário do que até acontece em algumas maxiscooters com "vidro" à frente, até aos 120 km/h, o vento que chega até ao condutor é muito pouco, revelando que existiu por parte dos técnicos da marca, muito trabalho na zona frontal que engloba o guarda-lamas dianteiro, avental e a carenagem que envolve o painel de instrumentos. 
Para quem pretenda uma melhor proteção aerodinâmica, a Honda comercializa c um "ecrã" para ser montado nesta scooter.


Dinamicamente é uma scooter muito ágil, principalmente em cidade onde, se até aqui eu afirmava que a PCX era a rainha da cidade, mudei de opinião e no meu "ranking" pessoal, a rainha da cidade, passou a ser a SH300i. 
Curta entre eixos, leve e com uma pujança mecânica assinável, acrescenta ainda uma grande vantagem, quando comparada com a maioria das scooters – PCX incluída! Devido a ter uma altura superior, "culpa"das maiores dimensões das rodas, os espelhos retrovisores da SH não "embirram" com a maioria dos retrovisores dos "enlatados", o que lhe dá uma óbvia vantagem quando chega a altura de "costurar" pelo meio das filas da 2ª Circular, IC19 e muitas outras vias rápidas que nas horas de ponta,  de rápido nada têm! 
Tudo isto com consumos que muito dificilmente ultrapassarão a fasquia dos 3,5 litros de combustível por cada 100 km percorridos! E com algum cuidado, até poderemos ver, marcados no painel digital, um consumo na casa dos 3 litros! 

Esta nova geração de scooters (e também motos!) da Honda, arrasa por completo a concorrência, no que diz respeito aos consumos!


Uma referência especial ao sistema de travões que equipa a Honda Sh300i. Se, ao olharmos para a sua ficha técnica parece algo muito banal – disco à frente e atrás exatamente com a mesma medida (256 mm), sendo o da frente "mordido" por uma pinça de dois êmbolos e o de trás por uma pinça simples de um êmbolo – destacando-se apenas o sistema ABS. 

Certo é que podemos usar e abusar dos travões, que estão sempre à altura, transmitindo  grande confiança e com um ABS que conjuga na perfeição a sua entrada tardia, com uma suavidade de funcionamento – incluindo os típicos "tremores" nas manetes – que apenas encontrei em motos de grande cilindrada e com sistemas ABS bastante mais complexos e... caros!  


A Honda SH300i pode ser adquirida nas seguintes cores:

- Branco Pérola Cool -
- Preto Pérola Nightstar -
- Cinzento Metalizado Mate Cynos -
- Cinzento Metalizado Moondust -
- Vermelho Pérola Siena -
- Azul Pérola Pacific -


Conclusão Gosto de Scooters – Conseguimos perceber perfeitamente porque é que a Honda SH 300i, ano após ano, geração após geração, continua a ser um sucesso nos principais mercados da Europa. 
É a scooter perfeita sobretudo para quem, precisando de um veículo de duas rodas que o transporte rapidamente com conforto e segurança nas suas deslocações diárias, dá também grande valor ao equipamento e sobretudo a uma design distinto mas sóbrio, tudo isto envolvido num pacote de qualidade "Premium". Well done Honda!

Fatores Positivos:
- Qualidade dos materiais e acabamentos.
- Agilidade e facilidade de condução.
- Motor disponível e sem vibrações.
- Sistema de travagem.
- "Honda Smart Key".
- Iluminação em LED.
- Consumos.

Fatores Negativos:
- Não possuir sistema de "4 piscas".
- Não possuir sistema de retenção do assento, quando este está aberto. 

Especificações Técnicas
Motor - Monocilindrico a 4 tempos, SOHC, refrigeração por líquido.
Potência – 25 cv às 7500 rpm
Binário – 25,5 Nm às 5000 rpm
Alimentação – Injeção eletrónica PGM-FI
Transmissão – Automática (CVT)
Luzes - LEDS
Quadro – Tipo berço, em aço.
Altura do assento – 805 mm
Suspensão
Dianteira –  Forquilha telescópica
Traseira – Braço oscilante com dois amortecedores.
Travões
Dianteiro – Disco (256 mm),
Traseiro – Disco (256 mm)
Pneus
Dianteiro – 110/70 16
Traseiro – 130/70 16
Depósito Combustível – 9 Litros
Peso – 170 Kg (em ordem de marcha)

Carlos Veiga (1º teste de 2016)


segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Cision




A partir de hoje, o Gosto de Scooters é monitorizado pela Cision.

http://www.cision.com/pt/


quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

"Top Six" - As minhas scooters preferidas!

Aproveitando a chegada à histórica marca de 1 milhão de visitas ao Gosto de Scooters e após mais de seis anos a experimentar e escrever sobre scooters, tentando ser sempre o mais imparcial possível, chegou a altura de mandar a referida imparcialidade às favas e dizer, após tantos e tantos testes, quais são as minhas seis scooters preferidas, o meu "Top Six".

Não estou, de forma alguma a favorecer esta ou aquela marca. Estas seis scooters, são aquelas que, por esta ou aquela razão, por esta ou aquela qualidade, ou apenas porque sim, porque gosto e mais nada, estariam na minha garagem se eu tivesse "t€mpo" para as adquirir!


1º lugar – Yamaha T-Max 530 (The Best of the Best!)


Para mim esta é a melhor scooter de todos os tempos! 

Não existe no mercado nada igual! 

Podem existir scooters mais confortáveis (que existem!), podem existir scooters mais rápidas e velozes (que existem!), só que não existe no mercado outra scooter que una num mesmo "pacote", a qualidade dos materiais e acabamentos, a rapidez e velocidade, a segurança, o comportamento em curva, o dinamismo e o prazer de condução como a Yamaha T-Max 530! 

Não há! 



Por tudo isto é que a Yamaha T-Max 530  é a minha scooter preferida e um dia... ainda a hei-de ter na minha garagem!

http://gostodescooters.blogspot.pt/2015/05/yamaha-t-max-530-quase-perfeita.html


2º Lugar – Honda Forza 125 (A melhor 125 do mercado!)


Se houve scooter que me surpreendeu, foi esta! Além de ter surpreendido visualmente – é linda de morrer! - foi a primeira vez que andei com uma scooter de 125 cc e poucos  quilómetros depois... esqueci-me que era uma 125!

Ótimos acabamentos, melhor equipamento (o "sobe-e-desce" do écran frontal e aquela peça de plástico que serve de divisória móvel, no compartimento de arrumação debaixo do assento, fazem toda a diferença!), espaço amplo tanto para condutor como passageiro, proporcionando um excelente conforto, mesmo em deslocações mais longas e acima de tudo um comportamento dinâmico e um motor, cujas performances fazem-nos esquecer que esta Honda Forza é... uma 125. 



E isto tudo com consumos de fazer inveja à maiorias das scooters... 125!

http://gostodescooters.blogspot.pt/2015/05/honda-forza-125-rainha-das-125.html


3º Lugar – Sym GTS 300i Evo (A minha "menina"!)


Claro que tinha de aqui referir a minha "menina", a Valentina, a Sym GTS 300i Evo, que adquiri em 2009 e na qual, fiz resmas de viagens de Norte a Sul, neste cantinho à beira mar plantado, mais algumas aqui ao lado, a Espanha.
Seis anos passados e apesar de já ter 77 mil km e algumas "rugas" já difíceis de esconder, o certo é que mesmo hoje, a Valentina, consegue colocar-me um sorriso no rosto, sempre que a conduzo. 

A Sym acertou na mouche quando decidiu construir a GTS para ser a "arma de arremesso" na sua entrada no mercado europeu. 

A Sym GTS 300i Evo é uma scooter, ainda hoje, de linhas bastante agradáveis, espaçosa, confortável, económica, com performances bastante aceitáveis para a sua cilindrada (264 cc) e com uma fiabilidade, capaz de fazer inveja à maioria das outras scooters (japonesas incluídas!).


  
Ainda hoje, e já com a quilometragem que tem, a Valentina está sempre pronta a levar-me para qualquer lado, seja apenas ao café da esquina, ou a fazer uma viagem longa, de várias centenas de quilómetros!

Vendê-la, quando chegar a altura, vai ser muito triste!


4º Honda Vultus ("Motociclus Rarus!")


Sinceramente, não sei! É que não sei mesmo! Mas esta "coisa" tinha de fazer parte do meu "Top Six" apesar de não saber onde incluí-la e de não ter a certeza se ela é uma scooter, uma moto, ou outra "coisa" qualquer!

Para mim tem mais genes de scooter, nem que seja pela posição, uma "mix" deveras confortável entre uma scooter e uma mais radical Custom, mas que funciona na perfeição.

E quanto ao seu aspeto... é daquelas onde as pessoas se dividem em dois grupos: os que a amam ou os que a odeiam, sem meio termo. E eu faço parte, sem dúvida alguma, do primeiro grupo. 



Se juntarmos ao seu aspeto futurista e radical, o mais que conhecido e comprovado conjunto "quadro/suspensões/motor" das NC, temos um veículo de duas rodas, fantástico! 

E... único!

http://motoratual.blogspot.pt/2015/03/honda-nm4-vultus-motociclus-rarus.html

5º Lugar – Suzuki Burgman 650 Executive(Sofá com rodas!)


Sem espinhas, a Burgman é a "Goldwing" das scooters!

Espaço à "fartazana", conforto a toda a prova e um comportamento dinâmico de excelência, fazem desta scooter a preferida daqueles que, preferindo uma scooter a uma moto, não aceitam que esta tenha menos conforto que uma grande e dispendiosa "GT".

O motor bicilindrico que propulsiona a Burgman, manteve intactas as qualidades que fazem desta scooter a preferida para as grandes viagens, a dois e com carga completa.


Pena que quando foi renovad,a a Suzuki não arriscou um bocadinho mais no que diz respeito à evolução do design e que houvesse algum retrocesso no que diz respeito à qualidade de alguns plásticos, nomeadamente na zona frontal que envolve o bonito e completo painel de instrumentos.

http://gostodescooters.blogspot.pt/2015/03/suzuki-burgman-650-executive-reposicao.html

A "Viajante", das scooters!

6º Lugar - Piaggio X10 350  (La più Bella!) 


Puro design italiano! Não é por acaso que a X10 é italiana, ou dizendo isto de outras forma, a X10, só podia ser uma scooter "made in Italy"!

A X10  é uma obra de arte para ser apreciada, degustada aos "poucachinhos", devagarinho, tal como se  aprecia um bom queijo ou um bom vinho.
Apreciem, cada curva, cada ângulo, cada linha, cada aresta e vão ver que cada elemento está no lugar certo, nem mais acima nem mais abaixo, nem mais para um lado ou para o outro e tudo conjugado transmiti-nos uma sensação ondulante, digamos, "marítima", principalmente se a sua cor for o lindíssimo azul que tinha a X10 350 que testei.



Tive o privilégio de testar esta Piaggio nas duas versões, a 350 e a 500 e é o propulsor menos potente que melhor "acasala" com todo o aspeto estilístico da scooter, proporcionando uma condução calma e descontraída,  contrastando vivamente com a rudeza e agressividade do motor de maior cilindrada.

Prefiro, a 350, sem dúvida alguma!

Comentário final: São estas, para mim, as melhores scooters da atualidade, aquelas pelas quais me apaixonei! 
Uns poderão concordar, outros não, mas enquanto decidem quais são as scooters da vossa preferência... vou ali meter o euromilhões e já volto!

Carlos Veiga (2015)

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Honda SH300i 2016

Hoje, foi dia de ir levantar às instalações da Honda Portugal, a novíssima SH300i para ser ensaiada, aqui no Gosto de Scooters.

Estejam atentos...


terça-feira, 24 de novembro de 2015

Seis anos e 1.000.000 de visualizações depois...


Foi precisamente há seis anos que ao comprar a minha scooter, a Valentina, resolvi criar um blogue, cuja ideia inicial era ser apenas e só, uma espécie de diário de bordo onde iria relatando todas as aventuras e desventuras sobre a minha relação com a Valentina - Sym GTS 300i Evo.

Tudo começõu aqui: http://gostodescooters.blogspot.pt/2009/10/como-comecar.html

Só que aos poucos, o Gosto de Scooters foi crescendo e tornou-se naquilo que é hoje, ultrapassando totalmente as minhas expetativas.



E foi assim que o Gosto de Scoooters chegou a este número fantástico, um milhão de visitas ou visualizações, não só efetuadas por portugueses mas também por apaixonados por este tipo de veículos de duas rodas, um pouco por todo o mundo, como as estatísticas do Google Analitics demonstram. 
Estou muito orgulhoso do meu blogue e destes números pois nunca pensei que o Gosto de Scooters se transformasse naquilo que é hoje, um blogue de referência, conhecido em todo o mundo. 

O sucesso e o reconhecimento pelo trabalho que aqui foi e é efetuado, tem apenas a ver com dois factores: seriedade e imparcialidade e se isso agrada a muitas marcas de scooters, o certo é que também não agrada (agradou!) a algumas.
Assim de repente, lembro-me da Eu-R, aquela "fantástica" marca de scooters de proveniência duvidosa e de "afamada" qualidade que até um processo colocaram contra mim e contra o Gosto de Scooters porque, segundo o seu administrador, o que aqui se escrevia sobre a "sua" marca era difamatório e mentira. 
Tal como era esperado, ficou provado em tribunal que tudo o que aqui se escreveu sobre a referida marca era VERDADE e tal como também era esperado, devido à grande (falta) "qualidade" dessas scooters, a marca simplesmente desapareceu do mercado!



Também existiram marcas, que, ou não acreditando neste projeto, ou porque achavam que os seus produtos eram bons demais ou que saíriam prejudicados se aqui fossem divulgados, simplesmente ignoraram o Gosto de Scooters, apesar das diversas diligências efetuadas para que acontecesse exatamente o contrário, ter aqui presentes todas as marcas de scooters do mercado. 
Outras, disseram para me dirigir aos concessionários e pedir as scooters, como se um concessionário, tivesse alguma obrigação em emprestar scooters e motos, seja a quem for!

Depois, também tivemos algumas marcas que NUNCA tiveram o mínimo de respeito pelo trabalho aqui realizado. 
Sempre que queria experimentar alguma scooter dessas marcas (elas sabem quem são!), quase que tinha de me colocar de joelhos para que disponibilizassem a dita cuja e quando isso acontecia, na maior parte das vezes, essas scooters era cedidas sem as mínimas condições, muitas vezes sem estarem pelo menos lavadas e em condições de serem fotografadas, mostrando um total desprezo pelo trabalho aqui efetuado!
Claro que a partir do momento em que decidi que deixaria de "me ajoelhar" para testar as scooters dessas marcas, a sua divulgação praticamente desapareceu do blogue. 

Muitos dos leitores do Gosto de Scooters, tiveram conhecimento de algumas destas marcas, que na altura eram praticamente desconhecidas, através deste blogue e por isso, a meu ver, desperdiçarem a possibilidade dos seus produtos poderem serem vistos - de forma totalmente grátis! - por milhares de pessoas naquele que é atualmente o blogue de referência em Portugal, exclusivamente dedicado a este tipo de veículos de duas rodas, não será, por certo, a mais inteligente das ideias mas... eles é que sabem! 



E depois e felizmente, existem marcas e concessionários que acreditaram e acreditam no meu trabalho. 

Começando pelos concessionários, tenho de referir o José Carlos da JCG Motos, onde comprei a Valentina e que apesar de não me conhecer de lado nenhum, acreditou no Gosto de Scooters e confiando em mim, colocou-me nas mãos a chave de uma das primeiras Sym Maxsym 400i que chegaram a Portugal, com zero quilómetros e dizendo que eu tinha de a devolver apenas quando o totalizador de quilómetros marcasse 1000 km! 

Também tenho de falar na Migtec, oficina e stand onde a Valentina é assistida desde o primeiro dia pelo Mestre Carlos, nunca me deixou na estrada e já lá vão mais de 77 mil km! Referência também à enorme pachorra que o Miguel Nabais, a Susana e o Bruno têm para me aturar horas a fio com conversas sobre... scooters, pois claro!  

Quanto às marcas e importadores, uma palavra para a Luzeiro, na altura importadores da Aprilia e da Scarabeo (e também da Moto Guzzi) e que sempre e dentro das suas possibilidades, disponibilizaram as scooters das marcas que representavam. Posso dizer que experimentei quase todas, desde a pequena Scarabeo 125 até à mega Aprilia SRV850!



E deixei propositadamente para o fim, duas marcas que, apesar de serem grandes rivais, merecem sem dúvida alguma uma referência especial e o meu agradecimento pessoal pela forma como acreditaram em mim, no projeto Gosto de Scooters - também no mais recente Motor Atual - e que dão GRANDE valor a quem trabalha de forma séria e imparcial:. 

A HONDA (Carlos Cerqueira) e a YAMAHA (Filipe Almeida e Manuela Rodrigues). 

Sempre que possível, diponibilizam as scooters, fazem chegar até mim todas as informações sobre novos modelos (muitas delas até antes dos modelos terem saído, confiando plenamente na minha confidencialidade!) e MUITO IMPORTANTE, as scooters são SEMPRE entregues em perfeitas condições de funcionamento, lavadinhas a brilhar e com o depósito atestado de forma a que eu possa efetuar o meu trabalho, com a menor despesa possível, pois têm conhecimento que o Gosto de Scooters, não vive de dinheiros ou patrocínios provenientes de outro lado que não seja do meu bolso.

O Gosto de Scooters, vive apenas e só da minha carolice e da minha PAIXÃO pelas motos e em especial pelas SCOOTERS. 



Nunca tive o apoio de ninguém ou de alguma entidade que estivesse disponível ou disposta a investir neste projeto e a torná-lo ainda maior e mais vasto. 
Compreendo perfeitamente que atravessamos tempos dificeis mas o certo é que vi apostarem em projetos, tanto online, como em revistas que entretanto nasceram e morreram e o Gosto de Scooters continua vivo e ativo, o que me dá um grande orgulho e vontade de continuar. 


Por isso amigos e amigas, companheiros de estrada, visitantes de todo o mundo, concessionários amigos, importadores e marcas, com a vossa ajuda, que tal seguirmos em frente para atingirmos a barreira dos dois milhões de visualizações/visitas?

 "Bora" lá!

Carlos Veiga (2015)





 DADOS ESTATÍSTICOS 
DO 
GOOGLE ANALITICS  
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(Informação do Google Analitics  até ao dia 23/11/2015)

domingo, 22 de novembro de 2015

HONDA INTEGRA- 2016



Finalmente desapareceu aquela traseira horrível!

Agora sim, está linda! perfeita!

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Honda City Adventure Concept -


Este protótipo traz o espírito aventureiro para o coração da cidade e sublinha o empenho da Honda na investigação e desenvolvimento de novas formas de criar tecnologias que melhorem e enriqueçam a vidas dos seus clientes, oferecendo uma interpretação totalmente nova do conceito de moto de aventura. 




Por enquanto, nada mais se sabe sobre esta nova "scooter".