quinta-feira, 30 de maio de 2013
Acidente!
Alguém conhece este anormal do Citroen Saxo, cor prata?
Este acidente aconteceu junto ao cemitério do Alto de S. João!
Este acidente aconteceu junto ao cemitério do Alto de S. João!
quarta-feira, 29 de maio de 2013
GMMC - Passeio à Barragem do Pego do Altar
"No passado Domingo dia 26, o Grupo Motard Margem Certa, realizou mais um passeio.
Desta vez, o local escolhido foi a Barragem do Pego do Altar - originalmente batizada "Barragem Salazar" -, uma barragem situada na ribeira das Alcáçovas, na bacia do rio Sado (concelho de Alcácer do Sal).
Fonte: Grupo Motard Margem Certa
Leia o relato completo desta viagem, aqui:
terça-feira, 28 de maio de 2013
Automobilismo em Angola
O acidente com o piloto português Luís Almeida no Grande Prémio de Benguela, que vitimou duas pessoas e deixou 17 feridas, veio levantar de novo a questão em torno da segurança nas provas de automobilismo.
As autoridades locais e, posteriormente, a Federação Angolana dos Desportos Motorizados (FADM) garantiram que uma desobediência dos espectadores, que assistiam à corrida numa das escapatórias, zona proibida, esteve na origem da tragédia. A questão que se levanta prende-se precisamente com a formo como se podem controlar as cerca de 200 mil pessoas que estavam nas ruas de Ombaka a assistir à prova, num domingo que era de festa pela comemoração do aniversário da cidade.
A maioria das corridas que se realizam em território angolano fazem-se em circuitos citadinos. Em Benguela é prática comum e as pistas improvisadas mostram que as condições de segurança deixam muito a desejar.
Não há bancadas e os espectadores assistem em cima de muros ou nas bermas da estrada. O piso está longe de ser ideal. No primeiro vídeo, que mostra uma corrida em Namibe, vê-se que o carro atravessa, inclusive, uma zona com carris de comboio. Ora, quando as máquinas atingem facilmente os 200km/h, num piso tão irregular, não é difícil perceber que os acidentes podem acontecer com alguma frequência.
O país possui apenas dois autódromos que carecem de obras de renovação, pois foram construídos ainda no tempo do domínio português em Angola.
Fonte: Autoportal
Neste vídeo é possível ver como são realizadas as corridas por aqueles lados...
Segurança? Rails? Escapatórias? são palavras desconhecidas por aquelas banda.
Na minha opinião a culpa também é dos pilotos que arriscam a competir nestas condições!
Segundo parece após o acidente, o piloto português foi gravemente agredido por por populares que chegaram ao ponto de o meterem dentro do seu Porsche 911 GT3, regando-o com gasolina, para o queimarem vivo. Valeu entretanto a chegada rápida das autoridades ao local que salvaram o piloto português.
As autoridades locais e, posteriormente, a Federação Angolana dos Desportos Motorizados (FADM) garantiram que uma desobediência dos espectadores, que assistiam à corrida numa das escapatórias, zona proibida, esteve na origem da tragédia. A questão que se levanta prende-se precisamente com a formo como se podem controlar as cerca de 200 mil pessoas que estavam nas ruas de Ombaka a assistir à prova, num domingo que era de festa pela comemoração do aniversário da cidade.
A maioria das corridas que se realizam em território angolano fazem-se em circuitos citadinos. Em Benguela é prática comum e as pistas improvisadas mostram que as condições de segurança deixam muito a desejar.
Não há bancadas e os espectadores assistem em cima de muros ou nas bermas da estrada. O piso está longe de ser ideal. No primeiro vídeo, que mostra uma corrida em Namibe, vê-se que o carro atravessa, inclusive, uma zona com carris de comboio. Ora, quando as máquinas atingem facilmente os 200km/h, num piso tão irregular, não é difícil perceber que os acidentes podem acontecer com alguma frequência.
O país possui apenas dois autódromos que carecem de obras de renovação, pois foram construídos ainda no tempo do domínio português em Angola.
Fonte: Autoportal
Neste vídeo é possível ver como são realizadas as corridas por aqueles lados...
Segurança? Rails? Escapatórias? são palavras desconhecidas por aquelas banda.
Na minha opinião a culpa também é dos pilotos que arriscam a competir nestas condições!
Segundo parece após o acidente, o piloto português foi gravemente agredido por por populares que chegaram ao ponto de o meterem dentro do seu Porsche 911 GT3, regando-o com gasolina, para o queimarem vivo. Valeu entretanto a chegada rápida das autoridades ao local que salvaram o piloto português.
Aconteceu no Brasil...
mais concretamente em Curitiba... durante a a corrida da classe GP 600.
Felizmente e apesar da gravidade do acidente, ambos os pilotos estão bem, tendo sofrido apenas ferimentos ligeiros.
segunda-feira, 27 de maio de 2013
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