segunda-feira, 2 de novembro de 2026

VOGE SR450X – A concorrência que se cuide!


A Voge continua a mostrar que não está no mercado apenas para fazer número e a  a nova SR450X e a provas disso mesmo, uma scooter do tipo “crossover” que promete dar algumas (muitas!) dores de cabeça à concorrência.

E argumentos, pelo menos no papel, não lhe faltam!

Desde logo, destaca-se pelo seu motor bicilíndrico de 398 cc, que debita 42 cv às 8000 rpm e um binário de 44 Nm às 5750 rpm. Sendo este tipo de propulsor de dois cilindros, uma solução pouco habitual no segmento onde se enquadra.

No entanto, não é apenas no motor que a SR450X, faz a diferença, pois através do seu aspeto de aventureiro, suspensões reguláveis da Kayaba, travões da J. Juan (dianteira) e Nissin “traseira) , jantes de raios e pneus de piso misto, mostra bem ao que vem.

Quanto ao equipamento e seguindo a filosofia da marca, que é o mesmo que dizer que, tem tudo e mais alguma coisa, vamos encontrar um ecrã TFT de 7 polegadas, câmaras dianteira e traseira, punhos e assento aquecidos, para-brisas elétrico, sistema keyless  e até, radar de ângulo morto. 

Se a isto tudo juntarmos ainda a possibilidade de arrumarmos dois capacetes debaixo do assento, que mais poderemos exigir?

Com cinco anos de garantia e com um preço recomendado de 6.288 euros (+ docs.) a SR450X apresenta-se como uma proposta bastante interessante para quem procura uma scooter que não sendo uma “tartaruga” na estrada, ofereça um excelente equipamento, seja confortável, versátil, confortável, e que não custe um “rim”!

E como se comportará esta scooter, no dia a dia, em uso intensivo, na cidade, em estrada e até mesmo em piso de terra?

Em breve espero poder dar-vos essa  e outras respostas, pois também eu estou muito curioso em relação à Voge SR450X.

Para já tenho a certeza de uma coisa: a Voge está a levar muito a sério a sua presença no mercado europeu! Por isso, a concorrência que se cuide, sobretudo aquelas marcas que parece que adormeceram à sombra dos louros já conquistados. 

Não é preciso citar nomes, pois não?

 Carlos Veiga 02/11/26

 





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