terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Valentina - Revisão grande!

Como já tinha comentado, a Valentina, mais dia menos dia iria visitar a Migtec para fazer uma revisão "grande", pois os 73 mil km que ela já rodou, aqui e ali já se faziam notar.

Fica aqui o resumo:


Antes das 9 da manhã e debaixo de chuva intensa, já a Valentina estava à porta da Migtec.


Mal entrou, lá foi ela para o "pedestal".




Mestre Carlos ao vê-la, atirou-se logo a ela, começando a despi-la!




Assento retirado...




E toca a retirar a suspensão dianteira!




Ops...




Cá está o Mestre Carlos a tratar das suspensões da Valentina!




Ora toca a desmanchar...




Esta bainha deu algum trabalho... 




Tudo bem lavadinho...




Até foi construída, na hora, uma ferramenta especial, para a montagem das bainhas!




Óleo novo...




Cá estão elas, prontas, para serem colocadas outra vez na Valentina.






Só falta o guarda-lamas e a roda...




E já está!




A seguir, Mestre Carlos atirou-se de corpo e alma, à transmissão da Valentina!






Cá está, tudo à vista!



A correia, tal como se esperava, já apresentava evidentes sinais de desgaste e fadiga.




Toca a desmanchar...




Tudo desmanchado e pronto a ser trocado por peças novas!




Roletes com 31 mil km...



Aqui nota-se bem o desgaste... afinal sempre são 73 mil km e por isso mesmo levou uma peça nova. 





E... tudo no sítio!




A seguir, foi desmontada a roda traseira...




... para que fosse colocado um rolamento novo na roda traseira. 

Por acaso, o que lá estava ainda podia rodar muitos quilómetros, pois estava em bom estado, mas... fiz questão que levasse um rolamento novo, pois o da roda dianteira já tinha sido trocado aos 67 mil km. 
Nada como andar descansado...




Com a roda traseira fora, aproveitou-se para fazer a substituição dos amortecedores traseiros, esses sim já em fim de vida!




Já está!

A seguir foi colocado um filtro de ar novo, trocados os óleos do motor e da transmissão, afinadas as válvulas...




E... ficou pronta!

No regresso a casa e apesar do piso molhado que obrigou a rodar bastante devagar, deu para sentir algumas diferenças. 

Ao nível da transmissão, as vibrações que se sentiam, simplesmente desapareceram, estando bastante mais suave, principalmente no arranque.
Antes, quando se desligava o motor, já se sentia uma espécie de "pancada" proveniente da zona da transmissão que simplesmente... desapareceu.

Quanto às suspensões apesar de ter andado a baixa velocidade, deu para sentir a scooter com um comportamento mais "justo", mais colada ao chão. mostrando que a suspensão agora está a cumprir a sua obrigação. 

Passando por lombas, enquanto antes era sacudido, agora, sente-se o amortecimento, o que antes não acontecia, mostrando que a suspensão agora está a cumprir a sua obrigação.

Mas só quando as condições meteorológicas melhorarem é que poderei aferir das reais diferenças do comportamento da Valentina.

Até já...

TODA A INFORMAÇÃO - HONDA PCX 125 (2014)



 A NOVA HONDA PCX 125



Durante os dois últimos anos, a PCX125 tem liderado as tabelas de vendas do mercado de duas rodas na Europa. 

O seu design moderno e atraente torna-a ideal para um estilo de vida urbano, jovem e elegante, enquanto as suas compactas dimensões permitem navegar facilmente pelo trânsito – com estacionamento igualmente fácil – na mais movimentada das cidades. 

Adicionalmente, e ainda mais importante, a PCX125 representa uma excelente relação preço-qualidade, em termos de investimento inicial, e baixos custos de manutenção, graças a um preço muito competitivo e às performances e eficiência de combustível do motor.

Há dois anos, a PCX foi a primeira scooter da gama Honda a receber o motor de baixo atrito com nome de código eSP: "enhanced Smart Power" (Potência Inteligente Melhorada). 

Para 2014 – e aproveitando esta fórmula vencedora – os engenheiros da Honda, liderados pelo Chefe de Projeto Yamaguchi-san, não descansaram sobre o sucesso obtido. A nova PCX125, que chega ao mercado na Primavera de 2014, é ainda mais elegante, mais económica e recebeu uma série de atualizações de pormenor para facilitar a vida "em movimento" da cidade.


Conseguir uma aparência "smart" e desportiva, sem aumentar o tamanho, mas melhorando o conforto, foi um fator fundamental no novo design da nova PCX. 

Agora, toda a iluminação é de LEDs, poupando no consumo de corrente, e foi acrescentado um interruptor para os piscas de emergência, bem como um relógio no tablier e uma ficha integral de 12 V.

Talvez o ponto mais importante de todos: a PCX125 é ainda mais eficiente, (com consumo de 2,1 lt/100 km em modo WMTC) graças à adição de pneus de baixa resistência ao rolamento e medidas suplementares de redução do atrito no interior do motor. 

O depósito de combustível de maior capacidade (antes 5,9 litros, agora 8 litros) permite-lhe percorrer cerca de 375 quilómetros por cada reabastecimento.

Nas palavras de Yamaguchi-san, Chefe de Projeto da PCX125:
"Já trabalhei em muitas motos – incluindo a Transalp, a Varadero e a FMX – mas esta foi a minha primeira scooter, por isso agarrei esta oportunidade. O desafio foi enorme! Como a PCX125 sempre foi um modelo extremamente popular, torná-lo ainda melhor, mas manter o seu espírito original não foi tarefa fácil. Mas trabalhámos com afinco e estou muito orgulhoso da nossa nova PCX125; incluímos as atualizações lógicas e mais uma vez, melhorámos os consumos – poupando dinheiro – em benefício dos utilizadores deste modelo nas estradas Europeias."


O aspeto dinâmico da PCX de 2014 reflete as tecnologias avançadas usadas na sua produção e inclui diversas alterações de pormenor que melhoram a funcionalidade e o conforto. 
No entanto, a scooter continua a ter um formato compacto, mantendo toda a sua capacidade de enfrentar o trânsito. 
A posição de condução permanece idêntica e oferece segurança ao condutor; o pequeno encosto para o condutor foi eliminado para maior liberdade de movimentos.
O duplo farol compacto de LEDs acrescenta um toque desportivo e mantém a distribuição da luz na disposição familiar de médios-máximos-médios. 

Os piscas de direção, o farolim traseiro e a luz da chapa da matrícula também são de LEDs, reduzindo a carga elétrica colocada sobre o motor. 

Foi adicionado um interruptor com 4 piscas de emergência.

O compartimento da carenagem esquerda é maior e tem capacidade para uma garrafa de água ou uma lata de refrigerante, contendo também uma tomada de 12 V para carregar um telemóvel. 

Debaixo do banco, há espaço para um capacete integral e o próprio banco de formato em degrau tem agora uma dobradiça acionada por mola, não caindo enquanto estiver aberto.

O banco, bastante funcional, tem 760 mm de altura. Tanto o banco como a portinhola do combustível abrem através de interruptores de um toque e a chave da ignição recebe uma proteção anti-roubo.

A consola central apresenta todas as informações num design elegante e conciso. 


A velocidade é apresentada por um ponteiro iluminado que se move à volta da parte exterior do painel LCD, que contém os conta-quilómetros totalizador e parcial, o indicador do nível do combustível e o novo indicador de eficiência de combustível e o relógio.

A unidade motora de 125 cm³, duas válvulas SOHC, refrigeração por líquido, que equipa a nova PCX125 oferece excelentes performances de arranque: apenas 5,4 segundos para percorrer os primeiros 50 metros

A redução da fricção interna deste motor – menos consumo elétrico e bomba de combustível incorporada – juntamente com a reduzida resistência ao rolamento dos pneus permitem à PCX percorrer uns incríveis 375 km por cada depósito (modo WMTC).
A arquitetura do motor tem por base uma série de tecnologias de baixo atrito. O cilindro descentrado permite reduzir a fricção provocada pelo contacto entre o pistão e o cilindro, transmitindo de forma eficiente a energia da combustão à cambota. 
A câmara de combustão compacta e o sistema PGM-FI de injeção de combustível otimizam a eficiência da combustão e da refrigeração, personalizando as características do binário de acordo com as gamas de rotação em que, tipicamente, uma scooter de 125 cm³ funciona.

O escape inclui um catalisador de 400 células



A camisa "em espinha" realizada em ferro fundido – com diminutas extensões de superfície – mantém controlada qualquer distorção no diâmetro interior do cilindro. Este desenho reduz a tensão nos segmentos, diminuindo a fricção. 

O veio dos balanceiros usa rolamento de agulhas do tipo casquilho, enquanto os roletes, agora mais pequenos e mais leves, trabalham em conjunto com o perfil da árvore de cames e as cargas das molas das válvulas.

Um radiador compacto e de elevada eficiência – integrado no exterior do cárter do lado direito – utiliza uma ventoinha pequena e leve, reduzindo as perdas friccionais e o arrastamento. 

A resistência ao rolamento dentro da unidade de transmissão foi reduzida com a utilização de três bronzes principais de baixo atrito, todos concebidos para lidarem com as respetivas cargas individuais.

O alternador sem escovas, controlado eletronicamente, é um componente integrado, montado diretamente na ponta da cambota e serve também como motor de arranque e como roda diretamente com o motor, são eliminados os ruídos de engrenagem e de carretos.

A função de Paragem ao Ralenti (Idling Stop), pára automaticamente o motor da scooter quando esta fica três segundos ao ralenti, entrando instantaneamente em funcionamento, quando o condutor roda o acelerador. 
O funcionamento deste sistema é ininterrupto, graças ao alternador e ao sistema "swing-back" de retorno, que recoloca a cambota em posição antes do tempo de admissão e de um mecanismo de descompressão que elimina a resistência da cambota criada pela compressão do motor.

Atualizado para 2014, o sistema Idling Stop passa a incluir uma função de leitura da carga da bateria, desativando-se quando necessário, para evitar descarregar excessivamente a bateria. 

A bateria tem também maior capacidade, sendo agora uma unidade YTZ8V de longa duração (anteriormente, era uma YTZ7S).


O quadro, tipo berço, em tubo de aço, com uma reduzida distância entre eixos de 1.315 mm e a geometria da sua direção – 27°de inclinação e 86 mm de eixo de arraste (trail) – permanecem inalterados. 

O peso em ordem de marcha (tara) é de 130 kg.

Quanto aos pneus, são da marca Dunlop – com composto concebido para reduzir o arrastamento – e, em conjunto com a iluminação geral de LEDs de baixo consumo, contribuem significativamente para as melhorias verificadas na eficiência de combustível desta nova PCX. 

À frente, as medidas são 90/90-14 e atrás 100/90-14.

O Sistema de Travagem Combinada (CBS) da Honda funciona com o travão dianteiro de disco de 220 mm e respetiva pinça de três pistões, e com o travão traseiro de tambor com 130 mm de diâmetro.

A PCX irá ser comercializada com as seguintes cores:

- Branco Pérola Cool -
- Preto Pérola Nightstar - 
- Prata Metalizado Moondust - 
- Vermelho Pérola Siena - 
- Cinzento Metalizado Matt Carbonium - 
- Castanho Pearl Havana - 


Características Técnicas
Motor – Tipo Monocilíndrico a 4 tempos, 2 válvulas, SOHC, com refrigeração líquida
Cilindrada – 125 cc
Potência máxima – 11,5cv às8.500 rpm 
Binário máximo – 12,0 Nm às 5.000 rpm
Ralenti – 1.700 rpm
Capacidade de óleo – 0,9 Litros
Alimentação – PGM-FI Injeção eletrónica de combustível
Filtro-de-ar – Tipo viscoso em filtro de papel
Depósito do combustível – 8 Litros
Transmissão – Embraiagem Automática, centrifuga, tipo seca (V- Matic)
Dimensões (CxLxA) – 1.930 x 740 x 1.100 mm
Distância entre eixos – 1.315 mm
Raio de viragem – 2,0 m
Altura mínima do assento – 760 mm
Altura mínima ao solo – n 135 mm
Suspensão
Dianteira - forquilha telescópica (curso de 100 mm)
Traseira - Braço oscilante com duplo amortecedor (curso de 75 mm)
Pneus
Dianteiro – 90/90 14M/C 46P
Traseiro – 100/90 14M/C 57P
Travões
Dianteiro – Disco de 220 mm com pinça de 3 pistões
Traseiro - Tambor de 130 mm 
(CBS)
Peso em ordem de marcha – 130 kg

Fonte: Honda Portugal


segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Será esta a nova PCX?



Por enquanto ainda não existem certezas, mas provavelmente será esta a nova geração da Honda PCX 125.

As PCX destas fotos foram apresentadas no Vietname, no ano passado, como sendo a futura geração do famoso modelo citadino da Honda onde, além das diferenças estéticas, foi também referido que a a iluminação será totalmente efetuada através de Leds, assim como o seu propulsor, sofrerá algumas modificações, para o tornar além de mais rápido e ainda mais económico.





Como podemos ver existe uma evolução ao nível das linhas principalmente ao nível das óticas frontais assim como o farolim traseiro, agora com desenho mais moderno.





Alterações também ao nível do painel de instrumentos e principalmente em relação ao assento, parecendo ser bastante mais confortável que aquele que equipa as atuais PCX.

Assim que soubermos mais novidades sobre a PCX, cá estaremos a divulgá-las.

Até já...

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

A EXPOMOTO está de volta!


Notícia em 1ª mão!

É com muito agrado que informamos que iremos realizar de 3 a 6 de Abril uma nova versão da EXPOMOTO!!!

A EXPOMOTO - Feira das motos, acessórios e equipamentos, será uma versão mais lúdica e comercial, dedicada a promover a actividade das empresas das duas rodas, promover novos produtos, clubes e associações, servindo como ponto de referência para os amantes das duas rodas e para o público em geral, onde poderão encontrar produtos de qualquer segmento, a preços extremamente convidativos.

De 3 a 6 de Abril de 2014, todos os caminhos vão dar à Batalha.

Contamos contigo?!

Mais informações: info@exposalao.pt

Fonte: ExpoSalão


quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Ensaio - Honda Forza 300



Alternativa lógica 


Depois de termos efetuado um primeiro contato em Setembro, eis que finalmente surgiu a oportunidade de realizarmos um ensaio à Honda Forza 300.

A Honda, como sempre atenta às movimentações e exigências dos principais mercados, substituiu a Forza 250 pela… Forza 300.

Como já tinha escrito, continuo a não morrer de amores em relação ao design da Forza, mais concretamente da zona frontal. 


Na minha opinião, parece uma PCX a quem deram a tomar "esteroides". No entanto, se a Forza branca aqui em teste parece o que descri atrás, já a cinzenta e principalmente a preta, possui um aspeto totalmente diferente, para melhor. Mas lá está, é apenas e só a minha opinião.


Já com a traseira acontece exatamente o contrário, pois acho que é muito bonita e até agressiva. Olhando para o conjunto, ao nível do design, prefiro o modelo anterior.

A Forza é uma scooter de dimensões contidas. No entanto, existe espaço mais do que suficiente para viajarmos de forma bastante descontraída e confortável, pois podemos esticar as pernas além de que, o assento está colocado numa posição baixa facilitando imenso a vida aos “mais curtos de perna”! O espaço disponível para a colocação das pernas está ao nível do que é normal nesta classe existindo espaço para esticarmos (ligeiramente) as pernas que peca apenas por estar um pouco alto, mas nada de mais. 


Nota-se claramente que, ao nível dos materiais usados e da montagem dos mesmos, existiu um downsizing (muito por culpa do preço mais competitivo que a Forza agora possui), quando comparada com a anterior geração, que a este nível era uma referência. 
Por exemplo, ouvem-se alguns rangidos provenientes dos plásticos, nomeadamente naquela zona onde colocamos os pés quando queremos conduzir com as pernas mais esticadas e aqui e ali, alguns acabamentos nos plásticos podiam ser melhores.

Neste "Ensaio" e ao contrário do que escrevi no “Contacto”, deu para perceber que apesar de possui um assento bastante rijo, viajamos confortáveis a bordo da Forza e a razão é a excelente afinação da suspensão, muito confortável mas ao mesmo tempo, bastante eficaz em curva.

Realmente o melhor que esta scooter tem é o seu propulsor, um velho conhecido, que equipa a SH 300i e que tantos elogios tem recebido ao longo dos anos.

Na Forza, este propulsor foi sujeito a algumas alterações de forma a ser ainda mais suave na entrega da potência com ligeira descida dos valores de potência e binário quando comparada com a irmã de "roda alta".

Assim, este propulsor de 279 cc debita na Forza 24 cv às 8250 rpm e um binário de 25,7 Nm às 6000 rpm, contra os 27 cv às 8500 rpm e um binário de 26,5 às mesmas 6000 rpm da SH.

Mas não pensem que a Forza é uma pastelona. Nada disso. Aliás, até vos posso dizer que, se até agora a “campeã dos semáforos” era a pequena PCX 125, deixou de o ser, pois a Forza consegue ser ainda mais rápida no arranque, deixando para trás, até scooters de 400 cc! 
Excelente trabalho efetuado pelos técnicos da Honda pois, apesar de ligeira descida dos valores de potência e binário, quando comparada com a SH 300i, nos circuitos urbanos a Forza é uma “arma temível” e tudo feito com a maior das suavidades, tão suave que até parece ser mais lenta do que na realidade é.


Ao contrário da grande maioria, para mim uma boa scooter não é aquela cujo motor tem mais potência ou que atinge melhores performances pois, se quiser velocidades elevadas… compro uma moto desportiva e não uma scooter. Com isto quero apenas dizer que na classe das scooters de 300 cc existem scooters mais potentes e que até, eventualmente possuem melhores performances só que, o comportamento deste motor, principalmente a forma suave, mas decidida como sobe de rotação e aumenta de velocidade, faz toda a diferença!


Mas… (existe sempre um mas), esta rapidez no arranque e nas retomas, fez que, de alguma forma, a sua velocidade máxima seja ligeiramente prejudicada, pois se a Forza é bastante rápida a chegar aos 120 km/h daí para cima… torna-se um autêntico calvário e acima dos 140… nada se passa. 
Sim, a descer até dá mais qualquer coisa, mas para mim o que conta é a velocidade que uma moto atinge em reta e não a descer… o Everest! 
Aqui, a velocidade máxima também é bastante prejudicada pela ausência de um para-brisas a sério e não o que vem na Forza. Eu sei, o cliente japonês adora este tipo de design, mas o europeu, já não, preferindo um para-brisa de maiores dimensões de forma a protege-lo do vento, frio e chuva e que, de alguma forma, melhore a aerodinâmica da scooter. Assim, penso não estar errado quando digo que. uma Forza equipada com um para-brisa com a medida certa (e não algumas “marquises” como tenho visto por aí!) conseguirá passar dos 140 com alguma facilidade e ao mesmo tempo proporcionará maior conforto a quem nela viaja.


Quanto aos consumos, apesar de estarem entre o que pode ser considerado normal nesta cilidrada, julgo que também são ligeiramente prejudicados pela ausência de uma melhor aerodinâmica. Assim sendo, o melhor que consegui fazer com a Forza foi um consumo de 3.5 L, fazendo uma condução bastante moderada, pois qualqer aceleração mais afoita, principalmente nos arranques e rapidamente os consumos ultrapassam os 4 litros por cada 100 km percorridos.

A partir das 7000 rpm – algures nos 120 km/h – começamos a sentir na zona dos pés, uma espécie de ressonância/vibração, vinda algures da zona da transmissão e que se torna bastante desagradável. 

Quando conduzi a Forza da Santomar já tinha sentido essa ressonância/vibração, mas na altura fique na dúvida se seria apenas naquela unidade ou se todas seriam assim e… afinal não é defeito mas feitio, diga-se um feitio desagradável pois mesmo nas mais pequenas 125, não se sente nada parecido, nem mesmo quando vão com os “bofes de fora”.


Em andamento, a facilidade de condução, a sua manobrabilidade, o toque suave dos travões – muito eficaz à frente e demasiado eficaz na traseira que facilmente faz bloquear a roda na versão sem ABS – lembra-nos constantemente que estamos aos comandos de uma scooter do maior construtor do mundo, pois tudo nela é fácil e está colocado no devido lugar.


Desde o painel de instrumentos com tudo no lugar passando pelos botões que comandam a abertura do depósito do combustível, assento e compartimento de arrumação, está tudo ali mesmo a jeito.

A Forza tem um comportamento muito bom em curva, é bastante ágil e muito fácil de ser conduzida, transmitindo grande confiança e segurança mesmo a quem tenha pouca prática.


Como conclusão, posso dizer que a Forza 300 é mais uma aposta acertada da Honda, pois é a alternativa lógica para os atuais proprietários das PCX 125 (e de outras 125) que, mais cedo ou mais tarde, vão querer subir de cilindrada e potência.

Características Técnicas
Motor - Monocilindro a 4 tempos, refrigeração líquida.
Cilindrada - 279 cc
Potência - 24 cv às 8250 rpm
Alimentação - Injeção Eletrónica, PGM-FI
Transmissão – CVT
Pneus
Frente - 12/70 14
Trás - 140/70R 13
Travões
Frente - Disco 256 mm
Trás - Disco 240 mm (CBS)
(Existe versão com ABS)
Depósito - 11,6 L
Peso - 192 kg 

Carlos Veiga (2014)


quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

KUBO - A "furgoneta" das Scooters!


Já conhece a Kubo?

Um novo projeto da Lit Motors, a Kubo é uma forma original e divertida de circularmos pela cidade.



Informação completa sobre a Kubo, aqui: 



OXFORD CHILLOUT



OXFORD CHILLOUT 


A vasta gama de produtos Oxford inclui também roupa interior exclusivamente pensada para proporcionar total conforto em condução.


Informação completa:



quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Até ao fim do mundo!


Ainda mais e melhor!


Mais scooters, mais ensaios, mais viagens, mais eventos é assim que queremos que 2014 seja aqui no Gosto de Scooters, contando sempre convosco para que continue a ser o local de referência para todos aqueles que, tal como nós, partilham a paixão por tão magnífico meio de transporte, que é a scooter, independentemente do seu tamanho, cilindrada, potência, marca e cor!


Para todos, um Grande e Feliz 2014.

Carlos Veiga