Malta e principalmente aqueles que seguem o Gosto de Scooters (www.gostodescooters.blogspot.pt) Informo que em breve irei desativar definitavamente o Gosto de Scooters. O motivo, como já expliquei pessoalmente a alguns, tem a ver com a minha falta de tempo e também à atitude pouco profissional que algumas marcas tiveram comigo, até hoje. Assim, o Gosto de Scooters irá terminar, mas não será o fim, pois decidi juntar tudo aquilo que for relacionado com scooters no outro blogue, o Motor Atual (www.motoratual.blogspot.pr), tornando este ainda mais diversificado pois, além dos automóveis e das motos "normais", terá a partir de agora toda a informação (e testes) sobre scooters. Para mim é muito mais fácil gerir e manter atualizado um único blogue e penso que também para os leitores, será melhor (e de mais fácil acesso) ter toda a informação apenas num local, do que espalhado em dois. O Gosto de Scooters irá manter-se aberto, durante mais alguns dias, irei eventualmente, até passar para o Motor Atual, alguns dos testes que acho que são mais importantes (e dos quais gosto mais!), para, depois ser desativado de vez. Da minha parte, prometo apenas o que sempre prometi pois o que faço é apenas por carolice e pura paixão, não tirando disto qualquer beneficio a não ser, o prazer de poder conduzir algumas belas máquinas, que, de outra forma, não seria possível e partilhar com todos vocês esses momentos únicos e manter sempre que possível, o blogue Motor Atual, atualizado. E como é lógico, tenho de aqui expressar um agradecimento especial às marcas que sempre acreditaram no meu trabalho e confiaram e continuam a confiar-me os seus veículos, para eu os testar, destacando-se como é óbvio (e por ordem alfabética, a Citroen, Fiat, Honda, a Nissan, a Peugeot, a Renault, a Toyota e a Yamaha.
Assim sendo, espero continuar a encontrá-los, agora apenas num só blogue, www.motoratual.blogspot.pt pois, isto sem vocês, não era tão "engraçade". Obrigado a todos! Até já... Carlos Veiga
A primeira Super Cub, a C100, foi apresentada em 1958, no 10º ano de existência da Honda. Desenhado pelo próprio Soichiro Honda e pelo seu companheiro de longa data Takeo Fujisawa, a Super Cub pretendia ser um veículo simples e objetivo, que "pudesse trazer alegria e utilidade às vidas das pessoas". Em 2017, quase 60 anos depois, a Honda fabricou a Super Cub nº 100 milhões, tornando-se no veículo de duas rodas mais vendido em todo o mundo.
Até agora, o mais recente modelo – a Super Cub C110 – só estava disponível no Japão, onde é muito popular entre os utilizadores executivos, incluindo os correios japoneses, e nos países do sudoeste do continente asiático, onde é usado como meio privado de transporte da maioria das pessoas. Consciente de todo um conjunto de utilizadores urbanos – mais jovens e também mais maduros – que procuram um veículo de duas rodas de inspiração retro, possuidor de uma verdadeira credibilidade e de um estilo marcante, a Honda revela agora a Super Cub C125, uma evolução do lendário modelo e o capítulo seguinte na sua já longa história.
Nas palavras de Tadamasa Maeda, Líder do projeto da Super Cub C125: "Conhecemos o nosso cliente-tipo, homem ou mulher e sabemos que o estilo é um aspeto levado muito a sério, pelo que a nossa nova Super Cub C125 vem enriquecer a vida desses clientes. O seu design intemporal tem uma expressão de valor e universalidade e juntámos a isso um novo nível de performance ao motor e melhorámos as capacidades de condução do quadro e da ciclística. Tal como sucedeu com o nosso fundador, a nossa maior alegria é ter um impacto positivo na vida do dia-a-dia – e também colocar um enorme sorriso nos lábios de todos os que usam a Super Cub nas suas vidas."
Apesar da aparência não se desviar muito do "look" clássico, o aumento dos parâmetros do motor de 125 cm³ – potência e binário – mantém a Super Cub sempre à frente do trânsito das cidades; a sua embraiagem centrífuga automática também foi atualizada para complementar o aumento de potência e oferecer mudanças silenciosas e ultra-suaves. A Super Cub 125 foi concebida segundo um conceito de uma só palavra: universalidade. Por outras palavras, este teria de ser um modelo fácil de usar para um enorme leque de pessoas. Uma parte deste carácter é a silhueta tipo "S" inclinada para a frente, que ocupa todo o espaço de entrada na scooter até ao guarda-lamas traseiro, facilitando as entradas e as saídas do condutor.
Um dos elementos-chave desde o primeiro modelo Super Cub é a "unidade" de direção, que unifica os elementos separados – forquilha, guiador e proteções para as pernas – numa única unidade coesa. No modelo original, o guiador, com formato a fazer lembrar as asas de uma ave, era um ponto de venda evidente e forte; agora, na Super Cub C125 – construído em aço forjado e com diâmetro variável, curvatura em resina moldada e incorporando interruptores e instrumentos – este elemento continua a refletir aquele motivo. Os punhos estão colocados em posição natural e fácil de agarrar e complementam a posição de condução a direito, com uma excelente visibilidade para a frente e a toda a volta. Sempre com intenção de melhorar o conforto, o banco usa espuma de uretano mais espessa e de elevada densidade do que a C110. Todas as luzes são de tecnologia Led e os instrumentos destacam a profundidade do design geral, com um mostrador de dois anéis cromados; o anel exterior recebe toda a escala do ponteiro do velocímetro analógico e as luzes avisadoras, e o anel interior recebe o mostrador digital minimalista.
Um toque moderno do equipamento é o comando Smart Key; basta colocá-lo no bolso e arrancar com a Super Cub. A Smart Key também comanda a imobilizador e representa um dispositivo extra anti-roubo, e está equipado com a função ‘answer-back’ que acende os piscas quando se pressiona o respetivo botão do comando, localizando facilmente a sua moto no meio de outras. E, numa referência aos seus antepassados (e sublinhando a sua história Honda), o comando da Smart Key possui um logótipo de estilo antigo "Old Wing". O desenvolvimento da Super Cub C125 começou tendo como base o quadro monotrave tubular em aço da C110. O equilíbrio da rigidez na zona da coluna da direção e dos pendurais do motor foi melhorado, para otimizar a capacidade de alojamento do motor de maior cilindrada; o guiador e o banco estão agora montados em apoios de borracha. Os poisa-pés também apresentam inserções de borracha.
Simples, robusto, fiável, económico; isto resume o motor da Super Cub C125. A unidade SOHC de 125 cm³ arrefecida por ar tem cabeça de duas válvulas e sistema de injeção de combustível e foi melhorada em termos cosméticos com um acabamento metalizado de tom mate e diversos componentes cromados que lhe dão um mais aspeto "premium". O ruído do motor é mantido no mínimo graças à utilização de carretos primários helicoidais e moentes de biela com bronzes de alta precisão. Os rolamentos do tambor das mudanças melhoram as capacidades em engrenar as relações da caixa, o braço das mudanças tem inserções de borracha (que também ajudam a baixar o ruído) e o amortecedor da embraiagem foi otimizado também com inserções de borracha para reduzir o choque das mudanças.
O pico de potência máximo de 10 cv aparece às 7,500rpm e o binário de 10,4 Nm surge às 5.000 rpm. A forquilha da suspensão dianteira tem curso de 100 mm e a suspensão traseira de duplo amortecedor tem 84 mm de deslocamento do eixo (mais 10 e 19 mm, respetivamente, do que na C110), absorvendo as irregularidades da estrada de forma irrepreensível, enquanto as jantes de 17 polegadas em alumínio fundido aumentam a estabilidade e a precisão da direção. Os pneus são tubeless (sem câmara-de-ar) e têm tamanho de 70-90-17 à frente e 80-90-17 atrás.
O travão dianteiro tem um disco de 220mm e pinça de um só êmbolo, complementado por um travão traseiro de tambor de 130mm. O peso em ordem de marcha é de 109kg e os consumos da Super Cub C125 são de 66,7km/l (1,5 l/100 km em modo WMTC) para uma autonomia de cerca de 245km por cada depósito de 3,7 litros. Quanto a cores, estão disponíveis as seguintes opções: - Azul Pérola Niltava - Vermelho Pérola Nebula
Especificações Técnicas
Motor - 4 tempos, SOHC, 2 válvulas, refrigerado por ar;
Cilindrada - 125 cc,
Potência máxima - 10 cv às 7.500 rpm;
Binário máximo - 10,4 Nm às 5.000 rpm;
Alimentação - Injeção eletrónica PGM-FI;
Transmissão - Caixa de 4 velocidades,
Quadro - Monotrave em aço;
Dimensões (C x L x A)
Comprimento - 1.915 mm;
Largura - 720 mm;
Altura - 1.000 mm;
Distância entre eixos - 1.245 mm;
Altura do assento - 780 mm;
Altura ao solo - 125 mm;
Suspensão
Dianteira - Forquilha telescópica (curso de 26 mm);
Traseira - Duplo amortecedor;
Pneus
Dianteiro - 70/90-17M/C 48P;
Traseiro - 80/90-17M/C 50P;
Travões
Dianteiro - Um disco de 220 mm;
Traseiro - Tambor de 130 mm
Capacidade do depósito de combustível - 3,7 litros;
A Honda Forza 125 foi concebida especificamente para o exigente cliente europeu, que prefere uma scooter da qual possa retirar o máximo partido em termos de condução, estilo, presença, performances e especificações.
E, desde a sua introdução em 2015, a Forza tem excedido todas as expectativas, evoluindo ano após ano graças ao feedback dos clientes e já contando com mais de 30.000 unidades vendidas até à data.
As especificações de série da Forza 125 são muito completas, misturando uma agilidade trânsito com dimensões muito compactas – numa agilidade abrangente que permite viagens mais longas nas vias rápidas para as deslocações casa-trabalho-casa, também graças às performances do seu motor, à excelente proteção contra o vento, combinando o conforto de uma scooter GT (Grand Touring) com uma atitude mais desportiva e uma maneabilidade muito ágil, oferecendo bastante espaço de arrumação, uma diversidade de detalhes premium e inovação tecnológica.
As linhas de design da Forza têm uma grande quota-parte do sucesso deste modelo, desde o seu lançamento no ano de 2015. Agora para 2018, este modelo foi substancialmente redesenhado. Apesar de as linhas de design continuarem a ser arrojadas e inconfundivelmente pertencerem à Forza 125, cada painel foi revisto no sentido de dar à scooter uma aparência ligeiramente mais suave e mais madura, com uma frente que se sente mais robusta e linhas de design ligeiramente mais suaves. Outros pontos de realce do novo "look", são os pontos de assinatura pretos da frente e das carenagens laterais, para além do carácter desportivo mais acentuado.
Mas este modelo conta também com novas adições nesta renovação. O nível das especificações e dos equipamentos atinge um outro nível mais elevado: o novo pára-brisas eléctrico permite uma regulação ininterrupta com protecção contra o vento e uma visão desimpedida para frente; o novo painel de instrumentos apresenta todas as informações em formato digital, como complemento dos mostradores analógicos.
Os piscas de direcção são de LEDs, o espaço por baixo do banco aumentou 5,5 litros e a Smart Key também permite abrir e fechar a top case opcional de 45 litros. A juntar a toda a estética muito atraente da Forza, temos também um novo nível de sofisticação. Originalmente concebida pelo mesmo estilista responsável pela excelente NM4 Vultus, as suas linhas mantêm-se arrojadas e cativantes, mas agora oferecem uma atração ainda mais moderna, se bem que ligeiramente mais suave e mais madura.
O design renovado e fluido da Forza 125 começa logo no novo para-brisas eléctrico, que oferece 140 mm de regulação, oferecendo excelente protecção contra o vento (os fluxos aerodinâmicos passam à volta e por cima da cabeça do condutor) reduzindo ao mesmo tempo o ruído do vento. Este sistema permite alterar instantaneamente a posição do pára-brisas para maior estabilidade e conforto na condução a alta velocidade – e para grandes distâncias. Na posição mais baixa, o pára-brisas oferece uma maior liberdade e, basta acionar o interruptor no punho esquerdo para o mover ao longo do seu curso de 140 mm.
O espaço debaixo do banco, que viu o espaço de carga aumentado de 48 litros para 53,5 tem capacidade para dois capacetes integrais e pode ser dividido para levar um só capacete e/ou o equipamento de chuva e pastas de tamanho A4. O compartimento da carenagem, à frente do lado esquerdo, tem tampa com tranca e o seu espaço pode ser arranjado segundo as conveniências do condutor. Também podemos encontrar aqui uma tomada de 12 V para acessórios.
O sistema Smart Key da Forza 125 – para além de controlar o botão da ignição e o fecho do compartimento – agora também comanda a top case opcional amovível de 45 litros, uma novidade numa scooter Honda. Com a Smart Key no bolso do condutor, a top case tranca automaticamente quando o condutor se afasta. A top case também pode ser trancada com a chave.
O painel de instrumentos foi revisto e possui um velocímetro e um conta-rotações, ambos analógicos, flanqueando o mostrador digital com 3 modos de funcionamento (controlado por um interruptor no punho esquerdo): conta-quilómetros totalizador, autonomia restante e consumo atual; conta-quilómetros parcial, consumo médio e cronómetro; ou temperatura ambiente e sensor da bateria. Os principais ingredientes do sucesso da Forza 125 não foram alterados para 2018: um motor de 4 válvulas, que combina performances líderes-da-classe e uma autonomia de 490 km por cada depósito de combustível, um chassis de baixo peso, que equilibra estabilidade a alta velocidade e capacidades de manobra em cidade e especificações muito completas, que incluem luzes de LEDs, sistema de chave Smart Key, capacidade para arrumar dois capacetes e conforto envolvente e abrangente para dois.
A Forza 125 acelera muito forte, fazendo apenas 13,4 s dos 0 aos 200 m; as respostas a média rotação são excelentes, com excelente ação às acelerações na gama de velocidades típica de uma utilização em cidade (40-60 km). Sem grande esforço, a Forza é capaz de uma velocidade de cruzeiro na ordem dos 90 km/h, para uma velocidade máxima de 108 km/h. O sistema Idling Stop pára automaticamente o motor após três segundos de funcionamento ao ralenti com a scooter parada e os travões aplicados; quando se roda o punho do acelerador, o motor arranca outra vez. A sua utilização é muito suave e fácil, graças ao alternador/motor de arranque e ao mecanismo de retorno da cambota que a recoloca na posição de ponto-morto superior antes da admissão e ao mecanismo de descompressão que anula a resistência ao arranque provocada pela própria compressão do motor. Este sistema também consegue "ler" o estado de carga da bateria e desativa-se automaticamente para evitar descarregá-la em demasia. Um dos objetivos originais da Forza 125 é que os reabastecimentos sejam apenas realizados uma vez por semana, para uma utilização normal. A economia do motor eSP oferece quase 500 km de autonomia por cada depósito de 11,5 litros de combustível, graças aos seus reduzidos consumos de apenas 2,34 l/100 km (42,7 km/l) (em modo WMTC). A jante dianteira de 15 polegadas em alumínio fundido tem montado um pneu 120/70-15 56P e a jante traseira de 14 polegadas monta um pneu 140/70-14 68P, oferecendo o máximo conforto e tração. A travagem dianteira fica a cargo de um único disco de 256 mm, complementado atrás também por um disco, neste caso de 240 mm e ambos com ABS de dois canais para maior segurança nas superfícies escorregadias.
A Forza continua a ser produzida na ultramoderna fábrica de Atessa, em Itália e vai estar disponível nos seguintes esquemas cromáticos: - Vermelho Metalizado Mate Carnelian/Preto Pérola Nightstar (novo para 2018); - Branco Pérola Mate Cool/Cinzento Metalizado Mate Cynos (novo para 2018); - Prata Metalizado Mate Lucent/Azul Pérola Mate Pacific; - Cinzento Metalizado Mate Cynos/Cinzento Metalizado Mate Carbonium, - Preto/Cinzento Metalizado Mate Cynos.
Está disponível toda uma gama completa de acessórios para a Forza 125:
- Top case opcional de 45 litros compatível com o sistema Smart Key; - Porta-bagagens traseiro (instalação direta), - Bolsas interiores, - Punhos aquecidos, - Alarme.
Especificações técnicas
Motor -Monocilíndrico a 4 tempos, 4 válvulas, SOHC, refrigeração líquida;
Cilindrada- 125 cc;
Potência -15 cv ás 8.500 rpm;
Binário - 12,5 Nm ás 8.250 rpm;
Alimentação - Pgm-FI Injeção eletrónica de combustível;
Transmissão-Embraiagem Automática, centrifuga, tipo V-Matic;
Consumo de combustível -2,3 Litros/100km (dados do fabricante);
A PCX125 é uma das histórias de maior sucesso da gama de veículos de duas rodas da Honda, com vendas acumuladas superiores a 140.000 unidades na Europa, desde a sua chegada em 2010.
O look atraente sempre foi um dos pontos fortes da PCX125 e para 2018, as suas linhas foram atualizadas, aumentando a identidade visual, através do novo farol de LEDs, sempre de cor única, contando também com um novo design na tampa do motor e filtro de ar. O conjunto formado pelo farolim traseiro e pelos piscas de direção é esguio e também é de LEDs; o seu design maior, de dois níveis, também facilita a visibilidade de quem vem atrás.
A altura do banco aumentou 4 mm, para 764 mm e o novo design, permitiu avançar o próprio estrado, dando assim mais espaço para pernas e pés. O assento e a tampa do depósito de combustível abrem por ação de botões de um toque (o próprio banco é acionado por mola, mantendo-se "em cima" quando aberto) e a ignição tem um sistema de tampa que oferece maior segurança anti-roubo.
A capacidade do compartimento de arrumação debaixo do assento tem agora 28 litros (mais 1 litro), conseguido sem necessidade de aumentar a largura da scooter, albergando facilmente um capacete integral.
A visão do condutor para o painel de instrumentos foi melhorada, acrescentando ainda a utilização de elementos pretos com molduras cromadas, conferindo um toque mais "Premium" à scooter.
O novo design do painel de instrumentos oferece todas as informações de forma ordenada e num formato de fácil leitura. O painel LCD negativo inclui informações de velocidade, conta-quilómetros totalizador e conta-quilómetros parcial e indicadores de nível do combustível, consumo e também do sistema Idling Stop - paragem do motor ao ralenti.
O compartimento na carenagem do lado esquerdo tem capacidade para uma garrafa de água ou uma lata de bebida e, agora, possui uma tampa alargada (em comparação com o design anterior) que permite ao condutor alcançar melhor o que está dentro do compartimento. Também aí vamos encontrar aqui uma tomada de 12 V.
Totalmente novo é o quadro que, segundo a marca, permite melhorar ainda mais a maneabilidade da PCX, sem perder nenhuma das suas capacidades de "furar" o trânsito da cidade, facilidade de utilização e condução muito descontraída. Por outro lado (e uma novidade absoluta numa scooter Honda), a estrutura de aço usada para suportar a carenagem principal foi agora substituída por um suporte em plástico que, em conjunto com o novo quadro, permitiu poupar 2,4 kg no peso, tornando-a ainda mais ágil.
A distância ente eixos é 2 mm mais curta, 1.313 mm mas a geometria da direção permanece inalterada, com 27° de ângulo na coluna da direção e 86 mm de eixo de arraste (trail).
Com pneu mais largos - 100/80-14 à frente e 120/70-14 atrás, em vez dos 90/90-14 e 100/90-14, respetivamente, as jantes desta nova PCX são mais leves e possuem agora oito braços (cinco braços no modelo anterior), o que assegura um acréscimo no que diz respeito à segurança, maior maneabilidade mais leve, contribuindo ao mesmo tempo para a redução dos consumos, graças à menor deflexão dos pneus. No que diz respeito às suspensões, se a forquilha dianteira de 31 mm, com o seu curso de eixo de 89 mm permaneceu inalterada, já os amortecedores traseiros oram recolocados no quadro, estando agora mais trás; as suas molas têm agora uma constante tripla (em vez de dupla) permitindo uma condução é mais suave, seja nas irregularidades das estradas da cidade ou nas vias rápidas. O sistema travagem é assegurado por um disco de 22 0mm na frente e tambor de 130 mm na traseira, contando com o ABS de um canal atua ao travão dianteiro.
O motor eSP SOHC de 125 cm³, com duas válvulas e arrefecimento por líquido da PCX125, viu a sua potência ser aumentada para 12,2 cv às 8500 rpm (+ 0,5 cv) com o binário máximo a descer ligeiramente sendo agora de 11,8 Nm às 5000 rpm em vez de 12,0 Nm à mesma rotação. O aumento de potência foi conseguido através do aumento da caixa do filtro do ar (+ 1 litro) e com o aumento (mais 2 mm, agora com 26 mm) do diâmetro do corpo do acelerador. A parte interna do escape foi otimizada para melhorar o fluxo dos gases e possui um catalisador de três vias de maiores dimensões.
Já no sistema de transmissão de variação continua (V-Matic), as polias primária e secundária são agora maiores oferecendo relações de transmissão mais alargadas que permitem manter as melhores acelerações na gama de baixa rotação (em comparação com o modelo anterior) oferecendo acelerações mais fortes e ao mesmo tempo mais lineares a alta rotação. Este sistema também possui menos atrito na correia de transmissão, o que contribui para a realização de consumos na ordem dos 2,1 l/100 km (47,6 km/litro) (sem Idling Stop e em modo WMTC), resultando, segundo a fábrica, numa autonomia superior a 400 km por cada depósito de 8,0 litros.
Vai estar disponível com uma gama completa de acessórios originais, incluindo um para-brisas, uma top case de 35 litros, uma base para a top case, um cadeado em U, punhos aquecidos e uma capa de exteriores para cobrir a scooter.
A PCX125 de 2018 vai estar disponível com as seguintes cores:
Branco -Pearl Cool White
Preto - Pearl Nightstar Black
Cinza Mate- Matt Carbonium Grey Metallic
Vermelho -Pearl Splendor Red
Especificações técnicas
Motor- Monocilíndrico, 4 tempos, SOHC, 2 válvulas, refrigerado por líquido
Cilindrada - 125 cc
Potência máxima - 12,4 cv às 8.500 rpm
Binário máximo- 11,8 Nm às 5.000 rpm
Alimentação - Injeção eletrónica PGM-FI
Consumos (dados do fabricante) - 2,1 l/100 km (47,6 km/l) (sem Idling Stop) (em modo WMTC)
Transmissão- por correia, sistema automático V-matic
Quadro -Duplex de tubos de aço
Dimensões
Comprimento-1.923 mm
Largura - 745 mm
Altura -1.107 mm
Distância entre eixos - 1.313 mm
Altura do assento -764 mm
Altura ao Solo - 137 mm
Suspensão
Dianteira - Forquilha telescópica de 31 mm de diâmetro
Traseira -Duplo amortecedor com braço oscilante em alumínio
Pneus
Dianteiro - 100/80-14M/C (48P)
Traseiro - 120/70-14M/C (61P)
Travões
Dianteiro -Disco de 220 mm com pinça combinada de 2 êmbolos e ABS
(Quando testei a Forza 125 (scooter que adorei!), escrevi na altura que não me espantaria nada que a Honda seguisse este caminho para a substituta da anterior Forza 300 a qual, na minha opinião, sempre foi uma scooter algo "amorfa", mais parecendo ser uma PCX à qual deram uma excessiva dose de esteroides do que uma scooter atraente e "Premium". Felizmente a Honda - que não dorme em serviço - apresentou agora a sua nova scooter 300, com óbvias parecenças visuais com a irmã mais pequena, a Forza 125, apresentando-se com um "look" mais vivo, mais desportivo e sofisticado que o modelo que vem substituir.)
As linhas do design da nova Forza 300, fluem para trás a partir do novo pára-brisas elétrico (o ângulo de regulação do pára-brisas é de 140 mm), concebido para oferecer excelente proteção contra o vento (os fluxos aerodinâmicos passam à volta e por cima da cabeça do condutor) e também para reduzir o ruído do vento.
Muito elegante e com um aspeto muito semelhante ao da Forza 125, num afastamento radical em relação ao modelo que agora termina, o seu desenho passa de um conceito de linhas mais curvas e arredondadas para um design mais afilado, em linha com as suas dimensões mais compactas.
Os pormenores prateados nas carenagens à frente, de lado e atrás conferem à scooter um toque suplementar de elegância, contribuindo para o sentido estético premium.
O painel de instrumentos, muito completo, possui um velocímetro e um conta-rotações analógicos. No centro destes, encontramos um ecrã digital com três modos de funcionamento (controlado por um interruptor no punho esquerdo)que fornece um grande rol de informações entre as quais se destacam: conta-quilómetros totalizador e parcial, indicações sobre o consumo (instantâneo e médio) e autonomia restante, cronómetro, temperatura ambiente e sensor da bateria.
O sistema Smart Key da Forza 300 – para além de controlar o botão da ignição e o fecho do compartimento – agora também comanda a top case opcional amovível de 45 litros, uma novidade numa scooter Honda. Com a Smart Key no bolso do condutor, a top case tranca automaticamente quando o condutor se afasta. A top case também pode ser trancada com a chave.
O espaço debaixo do banco tem capacidade para dois capacetes integrais e pode ser dividido para levar um só capacete e/ou o equipamento de chuva ou então, pastas de tamanho A4. O compartimento da carenagem à frente do lado esquerdo tem tampa com tranca e o seu espaço pode ser arranjado segundo as conveniências do condutor, pode exemplo, para levar um telemóvel ou uma garrafa de água. Também podemos encontrar aqui uma tomada de 12 V para acessórios.
Em comparação com o modelo anterior, a nova Forza 300 é mais curta 25 mm, num comprimento total de 2.140 mm. A altura do assento subiu 62 mm, para 780 mm e a posição de condução é natural e a direito, favorecendo a visibilidade a toda a volta. Mesmo com a roda traseira de maior diâmetro, a Forza 300 é 12 kg mais leve graças ao quadro que é totalmente novo.
Quanto à suspensão, temos na frente uma forquilha de 33 mm e atrás, dois amortecedores – com 7 níveis de afinação da pré-carga da mola – montados num braço oscilante de 1 só peça em alumínio. A jante dianteira de 15 polegadas em alumínio fundido tem montado um pneu 120/70-15 e a jante traseira de 14 polegadas (mais 1 polegada de diâmetro do que o modelo anterior) monta um pneu 140/70-14.
Em relação à travagem, na dianteira vamos encontrar um único disco de 256 mm e atrás outro disco (240 mm). Como é norma (e obrigatório) a Forza está equipada com sistema ABS de 2 canais. A nova Forza 300 partilha o seu motor SOHC de 279 cm³, 4 válvulas, injecção electrónica e arrefecimento por líquido com o grande sucesso em todo o mundo que dá pela designação SH300i, devidamente adaptado para esta nova scooter - sistema de injeção optimizado, velas de ignição de canhão alongado e alteração no comando das válvulas.
Este motor, é uma unidade de fiabilidade mais do que comprovada e construído para durar. Os balanceiros de roletes, os bronzes da cambota e os cárteres selados asseguram a melhor fiabilidade a longo prazo; a capacidade de óleo é de 1,7 litros e os 5 mm de descentragem no cilindro reduz o atrito interno. A embraiagem automática centrífuga aciona a transmissão V-Matic (com relações definidas para reações rápidas a baixa velocidade e acelerações poderosas) e a transmissão final por correia.
O pico de potência é de 25 cv às 7.000 rpm, para um binário máximo de 27,2 Nm atingido às 5.750 rpm.
O menor peso da scooter (menos 12 kg), juntamente as reconhecidas prestações deste propulsor, resultam nas seguintes performances: 0-200 metros em 11,1 segundos, velocidade máxima de 129 km/h – menos 0,3 segundos e 2 km/h mais rápido, respetivamente, que o modelo anterior. O consumo, segundo a marca, é agora de 3,2 l/100 km (31km/l).
A iluminação da Forza é totalmente de Leds. A Forza 300 vai estar disponível nos esquemas cromáticos seguintes:
Está também disponível toda uma gama completa de acessórios para a Forza 300. Estes incluem: - Top case opcional de 45 litros compatível com o sistema Smart Key; - Porta-bagagens traseiro (instalação direta); - Bolsas interiores; - Punhos aquecidos; -Alarme.
Especificações Técnicas
Motor - 4 tempos, 4 válvulas, refrigerado por líquido;